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Buscar a liberdade só é possivel secretamente. A liberdade é momentanea, pois acreditar que na verdade somos apenas prisioneiros, se não do mundo...de nós mesmos! LIBERDADE SÓ EM DEUS!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

O Fusca Ferrara e a vaca


O “Fusca Ferrara”e a vaca



Na cidade de Londrina no estado do Paraná, por volta do ano de 2003 quando trabalhava no Centro Educacional Ana Proveller, estávamos Rebeca, eu e o filhote de Sani “Layka”. Sani a cachorrinha preferida de qualquer família que a possuísse. Porém Layka era TERRÍVEL, ninguém a suportava e fomos buscá-la na casa de uma família que havia desistido de sua companhia. Ainda bem que desistiram, pois se não fosse por isso, jamais teria uma experiência tão impressionante como essa para narrar.

Como estava dizendo, voltávamos do trabalho Rebeca, eu e Layka, quando de repente... observei uma vaca que vinha em direção das duas ruas paralelas. “Nosso trajeto de sempre”. Ela me chamou a atenção, não porque estava esbaforida e em alta velocidade, mas sim, pela as atitudes das pessoas que observavam a vaca e meu “Fusca Ferrara”. Todos ali esperavam o choque inevitável! Quando observei as expressões dos transeuntes, cai na realidade que nada poderia fazer para evitar a batida... Pedi que Rebeca se segurasse bem firme e fechei os meus olhos e gritei. Lembro-me apenas que gritei: DEEEEEUS!!! Incrível! Como tinha a absoluta certeza que em tão poucos segundos e pela precisão que a lei da física explica o resultado desastroso da colisão entre dois corpos sólidos, tive a certeza que não conseguiria mesmo frear e muito menos a vaca parar... Confesso: minha vida passou toda na minha frente (34 anos em segundos)! Entretanto, não explicando a lei da física e tão pouco as pessoas que presenciaram o fato explicaria... A vaca SUBITAMENTE ou MILAGROSAMENTE parou... E como em câmera lenta, Rebeca, eu, Layka, o ”Fuça Ferrara” e a vaca, ali paralelos e salvos de uma colisão fatal.

Certamente algumas pessoas achariam uma explicação plausível ou científica para explicar tal fato. Contudo, sei que aquilo foi inexplicável, incoerente. Não me importo... Ainda bem que hoje em 23 de julho de 2010, exatamente 20h 50mim. estou viva e narrando esse episódio... Meu episódio!
                                                                                                                         

                                                                                                                                      Vilma

terça-feira, 20 de julho de 2010

PÉS

                                         

              Pés...
Alicerces do corpo
Cansados, exaustos de tanto veicular...
Feridos e inchados de tanto perambular...
Apertados em calçados, abraçados por sapatos.
Comprimidos ou descalços sustentam o homem grande
que gigantes são e, nada são sem seus pés.
Macios ou grotescos movimentam sem parar;
Peregrinam em viagens, correm até cansar...
Pés tão fortes masculinos, pés delicados e femininos.
Pés frágeis de menino... Pés feitos pra caminhar.
Pé magro ou gordinho, feio ou bonitinho...
Não importa como seja, todo pé merece um mimo,
um agrado, um carinho, pois exercem a todo tempo
a cada hora e momento o seu papel de marchar
de acariciar, de massagear...
enfim, de sustentar.    
Vilma