Mentira
Onde está o meu amor
Tão nobre o sentimento
Que arde corações
Tão forte a cada momento
Onde está o meu coração
Não tão puro nem vazio
Correndo da dor ...
Causada pela emoção
Indisciplinada e quase sem brio
Num sentimento já quase sem cor
Aqui estou pronta a despir-me
Da doce felicidade
Que dantes doava-me aos outros sempre
Sem destino ou sobriedade
Apenas aguardando o que viesse a mente
Agora Vou levando a vida
Caminhando... caminhando
Odeio qualquer mentira
Que portas vão fechando
Confirmando a dúvida e a infidelidade
Deixando para trás qualquer rastro de honestidade
O amor definhando
Sem sentido ... sem razão
Pensamentos gritam desafiando
Os motivos da compreensão
Onde está o meu amor
Que feriu gravemente
inflamando de rancor
Um coração quase inocente
E na busca da paz
Deparo-me com um inconveniente
De deixar fechar o coração
E não abri-lo novamente
Mesmo que seca eu morrer
Antes assim que sem felicidade
Que uma mentira causa
Com insensatez e maldade
A descoberta da falta de afeição
Omissa não pode ser a dor
Queria voltar no tempo
Para corrigir tal dissabor
E jamais doar-me novamente
A quem de fato não merece
Um sentimento sincero
E tão comovente
Aqui deixando a estrada vou
Com o coração fechado
Para quem nunca o valorizou!
Autora: Vilma M. Silva em 19-03-2014
Onde está o meu amor
Tão nobre o sentimento
Que arde corações
Tão forte a cada momento
Onde está o meu coração
Não tão puro nem vazio
Correndo da dor ...
Causada pela emoção
Indisciplinada e quase sem brio
Num sentimento já quase sem cor
Aqui estou pronta a despir-me
Da doce felicidade
Que dantes doava-me aos outros sempre
Sem destino ou sobriedade
Apenas aguardando o que viesse a mente
Agora Vou levando a vida
Caminhando... caminhando
Odeio qualquer mentira
Que portas vão fechando
Confirmando a dúvida e a infidelidade
Deixando para trás qualquer rastro de honestidade
O amor definhando
Sem sentido ... sem razão
Pensamentos gritam desafiando
Os motivos da compreensão
Onde está o meu amor
Que feriu gravemente
inflamando de rancor
Um coração quase inocente
E na busca da paz
Deparo-me com um inconveniente
De deixar fechar o coração
E não abri-lo novamente
Mesmo que seca eu morrer
Antes assim que sem felicidade
Que uma mentira causa
Com insensatez e maldade
A descoberta da falta de afeição
Omissa não pode ser a dor
Queria voltar no tempo
Para corrigir tal dissabor
E jamais doar-me novamente
A quem de fato não merece
Um sentimento sincero
E tão comovente
Aqui deixando a estrada vou
Com o coração fechado
Para quem nunca o valorizou!
Autora: Vilma M. Silva em 19-03-2014

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